quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Fim de ano.

Como boa viciada, to aqui, dando uma pausa nas minhas férias paranaenses pra postar algo.

Ia deixar um post de natal antes de viajar, mas não deu tempo, e nem vou fazer um de ano novo agora... É só um olá mesmo, pra não perder o costume. É mais um post de "Adeus ano velho", do que um de "Feliz ano novo", só pra finalizar. rs.

Ano acabando e aquela sensação deliciosa de mudanças, decisões, novidades vai tomando conta do meu e de muitos outros coraçõezinhos por ai...
Costumo usar esses dias para refletir, e já que muitas coisas se encerram com o fim de um semestre, gosto de aproveitar o momento para tentar mudar tudo que não está bom, tudo que desagrada.
Nada como grandes promessas de fim de ano pq, grandes mudanças anunciadas com alarde não acontecem (já dizia Carpinejar...).
Então me contento em aprender sempre com os 365 dias do ano que passou, e perceber que fui (e continuo) mudando gradativamente, de acordo com o que vejo, sinto, e desejo.

Estou meio isolada do mundo esses dias, numa terra maravilhosa, com gente buoníssima, eu e meus pensamentos. To muito feliz, viajar (quase) sempre faz bem, e cada viagem tem algo especial, esta tem sido enriquecedora pra mim. Tanto geograficamente, como psicologicamente. Muito bom.


E, em dois dias teremos um novo ano. E eu não tenho medo de mudanças e do desconhecido, sei que tudo pode ser bom e ruim, então apenas aguardo (um pouco ansiosa, como sempre) pelo que esta por vir...
O que será de 2011? Deus é quem sabe. Mas em minha mente já traço convicções e sentimentos de um ano promissor, em todos aspectos.

O que sei agora é que 2010 foi maravilhoso, e problemas, tive sim, mas nada que se compare as alegrias.
O destino foi gentil. Minhas escolhas foram acertadas.
Encontrei pessoas, lugares e situações incríveis e descobri sentimentos que me tornaram uma pessoa melhor, a cada instante uma Pamela diferente, e por isso a cada dia que passo me descubro uma pessoa mais feliz, apesar de qualquer pesar.

E é isso. 2011 vem aí, e só o que posso dizer é que 2010 valeu a pena.
E, 'bora ser feliz!

"Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
...É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre."
Drummond

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Atchim!

É, eu acabei de espirrar, literalmente.(Eca!) E agora vim espirrar minhas idéias aqui.

Percebo que, eu realmente gosto de escrever de madrugada. Na verdade, é mais uma necessidade, acho.
Eu estudo de madrugada, gosto de conversar de madrugada, pensar de madrugada. Ah e, claro, trabalhar no meu projeto de natal de madrugada.

Não entendo bem o motivo, mas tenho bastante energia por essas horas em que a maioria dorme (quer dizer +- maioria, pq eu bem sei que tem uns milhares na balada e afins agora...) Mas é aquela velha história do organismo de cada um. Se minha mãe tivesse que fazer algo agora, acho que ela só conseguiria cumprir a tarefa se fosse escalada pra reclamar do horário... Em compensação por mais que eu queira dormir cedo, não tenho o mesmo animo que ela as cinco da manhã, depois de seu sono de beleza. (exceto se eu estiver a caminho de uma atividade realmente interessante, aos meus olhos.)

E não é que eu não goste do amanhecer. Aqueles raios de sol, os primeiros. O cheiro de orvalho, o zum zum zum da cidade se iniciando...
Mas a noite tem algo muito mágico, seja pra caminhar na calçada, na praia, ou para curtir o silêncio de casa, ouvir uma música bem baixinho...
Mas toda essa tranquilidade também traz alguns porens. A mente começa a trabalhar.
E em meio a tantos pensamentos, lembranças, e planos corremos o risco de ficarmos mais agitados do que a calmaria do horário exige. É daí, então que eu venho e escrevo.

Escrevo para saber que, mesmo não sendo tão clara, estou conseguindo de alguma forma expor meus sentimentos. Me libertar do excesso deles. Usar o excesso de palavras guardadas, já que nem sempre as pessoas disponíveis para conversar durante o dia, são aquelas com as quais eu desejo usar meu (vasto) vocabulário. rs.

Existem inúmeras coisas que eu gostaria de dizer ao mundo. Gritar. Escrever. Sussurrar, apenas...
Mas por agora me contento em vir aqui, e dar voltas, e voltas, e não falar nada.
Isso já causa em mim enorme satisfação.

O tema do post? Ah, esse fica pra uma próxima vez. Por que não era importante? Com certeza é.
Eu ia falar sobre "os diferentes valores que as coisas podem ter para cada pessoa".
E isso é extremamente importante. E eu gostaria muito de expor minha opinião, tentar convencer os "leitores assíduos"(hahaha) do meu blog sobre o meu ponto de vista...
Entretanto eu sei que esse, como a maioria dos temas nos quais eu pudesse pensar, já são exaustivamente discutidos pelo mundo afora, considerados e expostos. Mas os meus sentimentos, não. Eles não são considerados e discutidos por aí. E nem expostos, sequer por mim.
A maioria das pessoas, ou a totalidade delas, não se interessa por eles. Então, por essa razão, escrevo sobre eles. Pois pra mim, são o assunto mais relevante do momento. E sempre serão.
E tenho certeza, absoluta, que não é um assunto desgastado pela mídia. E, talvez por isso, alguém se interesse em ler a respeito, e a explorar essa novidade. rs.

Um, dois, três, dormindoo!

sábado, 18 de dezembro de 2010

José (Carlos Drummond de Andrade)

    E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Serelepe.

Eu acordei, levantei, peguei silenciosamente o note, sentei na cama, coloquei os óculos, enviei um email e resolvi escrever aqui.
Poderia escrever que estou com vontade de pizza de pepperoni e sorvete de negresco. Que tenho vontade de sair e correr, ou viajar. E também de voltar a dormir e de ganhar um abraço.
Escrever que eu queria um mimo (rs). E que me sinto constantemente tão mais feliz, do que triste, apesar de tudo nem sempre ser como eu quero. Apesar da dor no ombro que to agora.

Mas não foi por isso que acordei. E acho que nem por isso que comecei a escrever.
O real motivo? Um pesadelo.
No início achei que era um sonho, mas depois descobri que era um pesadelo. Acordei e vi que era "apenas" um pesadelo, mas, daí lembrei que sonhos as vezes não são apenas sonhos. Existe algo por trás deles. E gosto de arrazoar a esse respeito. Sobre motivos, sobre o subconsciente que sonha, sobre o tempo, sobre... sei lá. Invencionices.

Resolvi escrever aqui pois há tempos não escrevo. E agora já sei que escrever me faz bem. Publicar talvez não, mas escrever faz.
São muitos os temas sobre os quais já me propus a escrever, e deixei passar. Alguns até comecei, em rascunho, mas acabei por jogar fora. E não sei se algum dia vou me firmar ao propósito de levar esse blog como algo sério, ou como apenas uma alternativa. Se terei a disciplina de discorrer sobre algo a que me proponha, e de escrever sempre.

Só o que sei é que esses tempos tenho refletido muito. Sobre muitas coisas. E venho compreendendo várias outras tb. Mas tenho vivido tempos tão corridos, que não tive oportunidade de decidir sobre coisas triviais.
Mas não é que eu ande sem tempo pra mim. Tenho, felizmente, dedicado muito tempo a mim, ultimamente. E, consequentemente, tb as coisas e pessoas que me são valiosas. É só que os desejos e os objetivos são tantos, e tão diversos e contraditórios, que não tenho conseguido realizar todos.

Há dias em que desejo que o tempo voe e chegue logo 2011, pra acabar com a ansiedade sobre o que vou conseguir concretizar até a "passagem do ano", e matar a curiosidade sobre uns pormenores também.
Mas há ainda aqueles dias em que desejo que tudo passe lentamente. Ou que o tempo pare. Pra que eu possa aproveitar. Viver segundo por segundo, reviver, sentir tudo novamente... Há também aqueles em que nem acredito no que fiz, no que fizeram, no que me aconteceu ou no que ouvi. Ou ainda aqueles em que permaneço embasbacada, por qualquer detalhe, e nem penso ou sinto. E nem vejo o tempo passar.

O cotidiano é assim. Serelepe. Algumas vezes nos furta, em outras, nos presenteia.
Pode nos furtar tempo de conversar, de amar, de sorrir, de chorar, de realizar... e de tantas outras coisas, e só faz isso por saber que nos dará a oportunidade de reclamar no futuro, sobre o que perdemos, mas que no fundo nem deveríamos lamentar. Há tempo suficiente de reconhecermos o valor das coisas antes de perdê-las. E se o desejo de não perder fosse tanto, não teríamos nos permitido perder. (É apenas mais uma teoria...)
E o cotidiano também nos presenteia. Com companhias, novidades, lugares, caminhos, oportunidades, sons, sensações... Nos reapresenta predileções ou nos traz coisas até então desconhecidas ou mesmo desprezadas. E que, depois de ganhas, assim, de surpresa, passam a ser admiradas. Ou até mesmo perseguidas.

E os sonhos, são serelepes como o cotidiano. Porém mais intensos e efêmeros.
Aparecem de repente. Expressam algo. Nos fazem sentir como se fosse verdade, e quando a felicidade plena parece ter chegado, ou a dor é tanta que parece se tornar insuportável, acordamos como num estalo. E o que fica é o desejo de que o sonho se torne, ou não se torne jamais, verdade.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Domingão

Ahh, como é bom chegar em casa, e ver minhas bb's caninas virem correndo (correndo, people!) me recepcionar. Inexplicável. =)

Hm, acordei musical hj, fui dançarolando (?) pra cozinha, ao som de "twist and shout" (beatles) e até de "Broto Legal", sim, da Cely Campelo... hauhauha
Porém, no andar da carruagem, vou dormir hoje, ainda musical, mas em outra vibe, ao som de...

Ironic - Alanis Morissete.

An old man turned ninety-eight

He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think?


It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
And who would've thought... it figures


Mr. Play It Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think?


It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
And who would've thought... it figures


Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out when
You think everything's gone wrong and everthing blows up
In your face


A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like ten thousand spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think?
A little too ironic.. and yeah I really do think...


It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
And who would've thought... it figures


Well life has a funny way of sneaking up on you
And life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out

~'
E no mais, fds ótimo, mas tá na hora de colocar a cabeça no travesseiro e ir dormir...pq amanhã é segunda, e essa semana prometeee! =D Contagem Regressiva: 02 dias!!

"RT" CARPINEJAR Não tem como o sexo ficar ruim se paramos tudo por um beijo na boca.

sábado, 20 de novembro de 2010

No refeitório...

Catarina*: "Eu e o Flaudemíglio*(namorado de Catarina) estávamos observando a vitrine da CVC, fazendo planos e..."(Pára, suspira, e retoma e sai do assunto para uma reflexão...)
"Engraçado como quando namoramos alguém há algum tempo, e gostamos da pessoa, ela vira, tipo, uma extensão de nós. Uma parte nossa que está fora do nosso corpo."

Eu: Puxa. Isso foi bonito. E profundo... O.o

Catarina*: É... ^^

Eu: Rá. Vou postar no meu blog! =)

Catarina*: Nãão, não! Meu Deeeus. rssss. (A risada dela tem vários 'S' mesmo.)

Eu: Vou sim! hahaha. Aliás, e a história da CVC? Terminou como?

Catarina*: Ah! Então (...)


'''
*Nomes fictícios, usados para preservar a identidade dos envolvidos. (hahaha)

domingo, 14 de novembro de 2010

E pro domingo... Sábias palavras.

A energia lunar transita por sua oitava casa, deixando-lhe mais sensível e introspectivo. Entretanto, a quadratura com Mercúrio, em sua quinta casa, sugere uma fase em que você terá que enfrentar demandas sociais e assumir uma postura mais acessível com relação às pessoas. Coragem!
''
Ah, manolos astrólogos.. Essa coragem ai me falta esse fds, viu. Nem tv eu to assistindo. Posso deixar pra tentar me encorajar só na terça? Ja que serei obrigada a ir trabalhar etc...
To bem contente aqui, entre tralhas a serem jogadas fora, e objetos preciosos sendo realocados.
Sim! Estou fazendo uma faxina no armário!! Depois de ter cochilado com minha gata, e assistido o dvd do Garfield comendo Pringles... =)

Resumindo? Confesso, to cozida. hauhauh.
E é incrível como a lei da oferta e da procura funciona. Quando to querendo sair e td mais, ng pode, ng vai, ng quer. Esse fds que me retirei do mercado estou tendo que, com um certo pesar até, recusar convites. Ah, galera bonita, vamos deixar isso pras férias da facul. Pode ser? rs.

Arr. Voltarei ao meu retiro organizacional. Nem a internet tá prendendo minha atenção hoje.

Bjonãomeliga!
A menos que vc seja deveras interessante e querido por mim. Ah? Como você vai saber se é?
Se tem dúvidas, é porque não é.

;*

P.S. A balada hoje é no El dredon! hauhaahuah. (Coisa de orkut...)

domingo, 7 de novembro de 2010

Artes e reflexões.

Eu sonhei. Sonhei com o livro "Comer Rezar Amar" e me aventurei a ir assistir o filme.
Mesmo sem saber do que se tratava, e pensando seriamente em como seria se eu me desapontasse, como achei que ocorreria. Mas, pelo contrário, o filme é fantástico. Talvez não seja pra você que lerá esse texto, mas pra mim certamente foi.
Explico.

Esse é um filme daqueles que nos fazem refletir. Não aquele tipo que quer nos fazer desejar o que eles acreditam ser bom. Como baboseiras românticas ou consumistas, que são surreais.
Esse nos faz avaliar nossa própria vida. E esse é o motivo que faz com que o filme seja fantástico pra mim, e talvez só pra mim, eu aprecio isso.
E além disso, os valores, as reflexões e as atitudes inerentes da personagem central tem total conexão comigo, com a minha vida, e, principalmente, com o momento que estou vivendo.
Incrível, em algumas cenas do filme era como se eu tivesse me vendo falar, tive várias reminiscências**.

E é isso que acho de mais fantástico nas artes. Filmes, músicas, poemas etc, que traduzem em palavras o que sentimos e ainda não tinhamos conseguido definir.
Admiro quem tem o dom de produzir coisas assim.

Bom, uma das únicas coisas que posso ter certeza é que estou me sentindo muito mais compreendida agora. rs.
Compreendida, mesmo que meu instinto materno ainda não tenha despertado (rs), mesmo que eu não queira e não faça da minha vida o que os outros acham que seria o mais aconselhável, mesmo que eu não queira ser uma garota senso comum, em atitudes ou pensamentos, e mesmo que eu esteja há um tempo tentando encontrar um equilíbrio na minha vida que muitos julgam ser "perda da tempo", ou julgam ser algo que "não me levara a lugar algum". Ou me digam que o "isolamento" a que me propus é inútil.
Inútil é fazer algo sem propósito.
Quem assistir ao filme poderá compreender. O isolamente em si, claro, não é bom. Pois amizades e trocas de experiências são coisas valiosas.
Mas estar em si, é muito bom. É ser.
E o auto-conhecimento é imprescindível para uma vida plena. Pelo menos na minha opinião.
Podemos viver mais intensamente, e até nos doar mais para as outras pessoas, porque teremos conteúdo a oferecer. E não só necessidades, que nos fariam sugar dos outros.

Sem nos conhecer e saber o que desejamos, e traçar objetivos na vida, é impossível viver.
E apenas passar pela vida, não há quem me convença de que é um bom negócio.

Enfim, me sinto contente, e normal, novamente, por me sentir uma "viajante do mundo". Mesmo sem tantos carimbos no passaporte. Ou sem passaporte. =x

-> Assistam o filme. E vivam. E é só! =)



**Palavra nova do dia!


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

E tu, como tá?


To ansiosa. E nervosa. Com alergia de tanta ansiedade, e stress.
Stress pq, ah, vida de cidade grande. Pressão, pressão e mais pressão. Ah e, claro, meu pai passou a tarde toda ouvindo RAP hj, (É, nego drama... ¬¬') enquanto eu tentava fazer trabalho de equideocultura. E me lembrava repentinamente que tenho uma prova de anatomia sexta.
Ah, e a ansiedade, bem.. Prova sexta(!), dois seminários nos próximos 15 dias... Decisões com relação a faculdade que tenho que tomar, e quero, mas não quero, e que mesmo que eu queira só estarão efetivamente "mudadas" no próximo semestre, ansiedade! Duas semanas de provas a partir do dia 22/11.
E fora os projetos 2011! Que só podem ser postos em prática em 2011... -.-

Precisa mais? Ahh, não se preocupem. Tem mais.
Mas eu também não vou ficar aqui escrevendo e escrevendo... Se não, escrevo demais. E já tenho plena consciência da minha condição. Não preciso atestá-la.
É como diz o ditado: "Melhor ficar calado e deixar que pensem que você é um idiota, do que falar e fazer com que tenham certeza!"
hauahuaha. Boa essa! Apesar de que, é boa, mas eu não ri. Não sei pq desse "hauahuaha" ai no começo da frase. Deve ser pra eu parecer mais simpática. Sei lá.

Aliás, to tão insuportavelmente insuportavel, que, o que?! Af. To tão ansiosa, que penso tanto em como terminar o post, tomar sorvete e ir dormir, que não consigo pensar no desenvolvimento do texto. Mas, whatever, eu disse que não ia ficar escrevendo mesmo...
O que me consola é perceber que quase a totalidade dos meus amigos, contatos e seguidores do twitter (¬¬²) estão absurdamente ansiosos por 2011. Não sei o que aconteceu esse ano não, mas definitivamente não agradou a galera.
Eu to quase plenamente satisfeita. Não posso reclamar muito, coisas boas vem acontecendo.
Meu maior problema é ser ansiosa. Não sei esperar pelas coisas, pelas pessoas.

Acho que sou imediatista demais. É, foi o que me disseram uma vez. "O bom é que você é sensata, mas você é imediatista demais, menina!"
Não sei se essas palavras são bem antonimos, ou se 'imediatista' existe... Mas, se interpretei bem, até acho que o tal fulano tinha razão.
Não aguento esperar. Aliás, não sei como consigo ponderar tanto as coisas, a ponto de decidir bem (na maioria das vezes) e me sentir segura o suficiente, pra logo sair correndo fazendo as coisas. Acho que é pq eu não paro de pensar nunca. Penso até dormindo!
Aliás, essa noite sonhei que eu ia me mudar para a casa do presidente... O.o
Só não sei qual presidente, pq aquele definitivamente não era o Lula.(Thanks, God!) E nem o Serra (obrigada, eleitores inconsequentes...¬¬³)
Será que eu vou pra Inglaterra?? !!!! =D
Apesar de que, neste caso, eu teria errado o sexo da personalidade em questão. (Malz, Elisabeth II...) E o cargo, e... Ah, dane-se. O que importa são as toalhas felpudas macias de lá! ^^
Se pelo menos o primeiro ministro fosse mesmo o Hugh Grant *filmes*...(Sorry, David Cameron...)

Mas, Pai do céu... Eu disse que não ia escrever mais!
Vou tomar meu sorvete. E dormir.
Vou tomar meu sorvete. Assistir Two and a Half Man, e dormir.


Fiquem ai, com parte de uma crônica ótima (como de costume) do Mário Sérgio Cortella.

~' ~'
(...)
Ora, há dezenas de mitos, fábulas e histórias com a finalidade de exaltar a exclusividade e preferência do caminho do meio; o que não se deve esquecer é que esse caminho pode também ser o da mediocridade. Em nome da sobriedade, da prudência e do comedimento, o máximo que se obtém em muitas situações é a mornidão mediana, regrada e constantemente refreada.

Nesse sentido, para não ser morno, é preciso ser radical. Cuidado! Em nosso vocabulário usual é feita uma oportunista confusão entre radical e sectário. Radical é aquele, como lembra a origem etimológica, que se firma nas raízes, isto é, que não tem convicções superficiais, meramente epidérmicas; radical é alguém que procura solidez nas posturas e decisões tomadas, não repousando na indefinição dissimulada e nas certezas medíocres. Por sua vez, o sectário é o que é parcial, intransigente, faccioso, ou seja, aquele que não é capaz de romper com seus próprios contornos e dirigir o olhar para outras possibilidades.

É preciso ter limites, mas estará o limite exatamente no meio? Não é necessário ir até os extremos, mas é essencial não ficar restrito ao confortável e letárgico centro. Muitas vezes, o meio pode ficar anódino, inodoro, insípido e incolor. Alguns desses desejos de romper fronteiras mornas só aparecem nos epitáfios, sempre em forma nostálgica e lamentadora de um “eu devia ter…”. Para além da mitologia grega, não é por acaso que outros Titãs têm sido tão festejados quando cantam de forma deliciosa e perturbadora (e muitos com eles): “Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer; devia ter arriscado mais e até errado mais, ter feito o que eu queria fazer…”.

A sabedoria para equilibrar essas inquietações pode ser encontrada na reflexão feita no século 5º a.C. pelo filósofo chinês Confúcio: “Eu sei por que motivo o meio-termo não é seguido: o homem inteligente ultrapassa-o, o imbecil fica aquém”.

Radicalidade é uma virtude; o vício está na superficialidade.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

"A desilusão é algo que nos acompanha para todo lado...

E isso independe do caminho que escolhemos."


Por que eu queria mesmo escrever algo interessante.
Como não se pode agradar a gregos e troianos, acho que seria útil rabiscar algo que ao menos me interessasse. Mas hoje não dá não.

Acho que o mais certo que posso pronunciar é que eu odeio saber que minha felicidade causa a infelicidade de outra pessoa. É algo que não sai da minha mente ha algum tempo.
Mas não foi sobre isso que vim falar. Ou foi? Ah é, lembrei! Não vim falar sobre nada.
E deve ser normal mesmo, as vezes, ficarmos sem palavras.

Ficamos sem palavras de tão alegres, ou de tão tristes.
Como estou tão alegre e tão triste... =x


P.S. Thataaa. Quanto ao seu último comentário, ainda bem que é só charminho. Pq vc sabe que é deveras importante pra mim. Sempre. Mesmo em circunstâncias de euforia. Hahaha. (Nota importante: Seus conselhos são ótimos, e seu colo indispensável nos momentos tensos).
*Te amo, e não vou te deixar ir embora não! #fato.

P.S.² Nathy (amora*), adoooro nossos sorvetes. rs. E ainda te amo, mesmo vc não tenho paciência pra ler blogs! auhauah. Eu posso aceitar isso, e meu coração continuará aberto. ;)

To declarativa de repente. Que puxa!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

"Decifra-me ou te devoro"

Todos conhecemos o fascinante enigma da esfinge. Se não todos, os que não conhecem certamente terão prazer em pesquisar a respeito. E todos também conhecemos o fascínio que a cultura egípcia exerce sobre mim. O que todos não conhecemos ainda é como este enigma vem sendo utilizado atualmente por meu cérebro maroto.

Podemos ter dois tipos de momento "Decifra-me ou te devoro", na vida.

Um deles é aquele em que a pessoa "x"(qualquer um) tenta decifrar a "y"(você), por qualquer motivo que seja, aonde quer que seja. Passado um tempo se o enigma de ser a pessoa "y"(você) for demasiado complexo, ela devorará o "x"(pessoa qualquer) e está tudo acabado. É só aguardar o próximo que virá tentar desvendar o mistério em questão. Você estará, então, em vantagem e tranquilidade.

Já o outro momento, é aquele em que você tem de desvendar algum mistério que reside em seu interior. E não se trata dos mistérios de toda uma vida, e tudo que ela envolve.
É um sentimento esporádico, desconhecido, e único que não conseguimos nem distinguir se é bom ou ruim.
E mesmo sem saber o que é, você sabe e sente que se não desvenda-lo, ele certamente irá consumir sua alma. E então, caminhará na busca por respostas e entendimento.
Por que depois das primeiras interrogações, você compreenderá que se instalou em ti um mistério gravado em hieróglifos que não podem ser traduzidos. Não constam na Pedra de Roseta.
Ou como opção (um recurso remoto...) restará ainda contar com alguma ajuda, caso exista alguém capaz de compreender, e lhe dar ferramentas necessárias para que tu consigas te decifrar.

E enquanto isso, no lustre do castelo, se perpetua o pensamento...
Que te faz se indagar

Seria demais ou de menos?

É um sentir pouco e em demasia.
Pensar tanto.
Até se descontrolar
É querer tanto e tão pouco.
E ter a certeza de que não a tem.

**  **
Merchan: http://www.cotidianoenfadonho.blogspot.com/

domingo, 10 de outubro de 2010

O tédio na cotidiana busca pelo amor.

Talvez o amor não seja entediante. Ou, bem, tenho certeza de que a paixão não é. O que acontece, acho, é que o amor e a paixão talvez tenham um modus operandi entediante...

Confuso? É, to falando de amor, como não seria?

A paixão causa aquela sensação de que morreremos de "amor" e por isso abrimos mão do que é certo ou conveniente, para agir. Então a história acaba se tornando empolgante, afinal, saímos da rotina em busca daquele objeto de desejo. Temos que fazer peripécias para alcançar nossos objetivos. Ainda que nosso desejo seja fazer o oposto ou simplesmente permanecer inerte, o que, nesses momentos apaixonados, parece impossível. E creio que seja ela que dê o pontapé inicial para a existência futura do amor.
Já o amor, ah bem, sempre há controvérsias. Na minha concepção amor que é amor, é pra sempre. Exagerada? Romântica? Talvez.
Mas é só que eu tenho dificuldades de acreditar que um amor acaba. Que ele simplesmente se esvai no desenrolar da vida. Deve haver algo, talvez uma maturidade, que nos leve a prosseguir, para então descobrirmos que os amores deixados para trás, eram paixões.
Se eu não deixo de amar meus pais, meus amigos e afins, porque deixaria de amar um homem? Ou acharia que o amor se transformou em outra coisa? Não! Muito mais fácil acreditar na teoria de que era paixão. Hormônios, química pura. E acabou. Assim, pra mim, faz sentido dizer que acabou.

Mas o que é entediante nessa historia toda de sentimentos amorosos não é o que sentimos quando vivemos um amor/paixão, mas sim as situações as quais somos submetidos e como reagimos a isso, e termos que nos empenhar pelo relacionamento desejados.
Apresentamos sempre total vulnerabilidade. Erramos, uma, duas, três vezes... A vida toda. Juramos ter mudado, mas não mudamos. A coisa toda sempre ocorre da mesma forma, e sempre caímos. Agimos feito bobos, nos descontrolamos, fazemos e dizemos coisas que não julgaríamos que um dia seriam ditas e feitas por nós.
Nos preocupamos em demasia com alguem e com o seu em torno. É preocupação com a fivela do sapato, o tom de voz ao telefone e com a impressão que causamos a cada simples movimento, das piscadelas ao rebolado. E além disso relações envolvem entrega, disponibilidade, ação. Se queremos nos envolver mais profundamente com alguém  temos que querer e agir pela causa. Não dá pra esperar tudo acontecer, é necessário que haja um empenho. E daí a preguiça, a acomodação, e o desinteresse, podem ser mais fortes.

E o início deste processo de interesse pode começar nos flertes corriqueiros de metrô, em uma festa, no trabalho, na escola, enfim, em qualquer lugar. Nunca sabemos quando e de onde virá essa onda avassaladora que nos faz sair do prumo, que nos fará agir de maneira boba e que poderá resultar em uma possivel relação pela qual teremos que nos empenhar. (havendo interesse mútuo, por favor!).
E como reagir a a esta paixão inicial? Não reagindo. Pombas! Se ela faz nosso mundo girar fora dos eixos, tudo que tentarmos fazer, vai descarrilar e se tornar uma bomba auto-destruidora. Destruindo reputações, oportunidades e tudo mais que encontrar pela frente.
Mesmo que pareça piegas, é melhor ser sincero e se render. Se renda a ficar gago, e corar, derrubar coisas, engasgar, chorar por qualquer iniciativa não correspondida e comemorar qualquer reação mais romântica  por parte do "ser amado". Pode acreditar. Você será acertado mesmo que não queira (e torça para seu cupido não estar bêbado...), e se optar por viver isso, certamente esse embaraço todo vai lhe render, ao menos, sentimentos únicos e bastante alegres.

E não tem jeito. As histórias são tediosamente sempre "as mesmas" e sempre serão, e a vida é assim. No momento em que nosso sentimento está no auge é um auê. Borboletas no estômago, calafrios, suspiros. Até o sofrimento é bom. Por que agita, desacomoda e nos faz vibrar, nem que seja de tanto chorar em algum ombro amigo.
Daí, quando tudo passa, só o que nos resta é o ceticismo ao reclamar do sexo oposto, analisar relações, sentimentos e decidir não mais se deixar levar por esses frenesis românticos, que certamente irão nos arrebatar novamente, e nos tirar desse mundo fatídico no qual vivemos quando estamos sozinhos.
E assim, seguimos. Vivendo apaixonadamente até que então descobrimos o que é o amor. E somamos todas emoções já experimentadas com altas doses de segurança, zelo, troca constante de experiências e uma aceitação de diferenças (leia-se defeitos) que torna a companhia de alguém extrema e constantemente agradável.

E ultrapassada a fase de envolvimento inicial, partimos para a parte de relacionamentos estáveis e potencialmente duradouros.
Namoros, casamentos. Enfim, relacionamentos que podem ser ou não enfadonhos. Isso é você quem escolhe, mas esta próxima fase, fica pra outro post!

Pet South America!

Não tenham dúvidas que a Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Linha Pet e Veterinária foi fantástica! Siiim, eu estava lá. rs. 3 dias de puras novidades no mundo pet! Eu só fui em um, sexta, claro. Afinal ainda não to tão bem para ter três folgas no trabalho, e também nem comercializo os produtos da feira, não preciso fazer sei lá quantas viagens, com várias sacolas, para revender.
Mas, vamos aos pormenores. O local é muito (mas muuito) grande, e bonito. Bem organizado, os stands estavam muito bacanas, e vários deles ofereciam brindes. Nós enfrentamos a fila da Pedigree®/Whikas® para ganhar simpáticas caixas e rações, demos uma passadela no stand da Premier® para ganhar (mais) pacotinhos de ração, participamos do game da Homeo Pet® e lucramos produtinhos homeopáticos para ecto e endoparasitas de cães e saquinhos para coletar as fezes dos nossos animais, e haviam outros brindes a serem conseguidos, mas paramos por aí. Chega de filas para brindes. E então adquirimos adesivos da Arca Brasil, e canecas, chaveiros e broches da Cãopaixão.

Nesta feira tinha tantas, mas tantas coisas que ficou até difícil se localizar (e olha que tinha mapa...) mas imaginem Thata e eu desgovernadas e de olhinhos brilhando, como você que le este texto estaria, em um lugar com coisas que envolvem um dos assuntos que mais te interessam no mundo. Imaginou? Eramos nós.
Foi só a gente bobear em alguma esquina e três horas depois descobrimos que haviamos negligenciado algumas empresas que muito nos interessavam. Mas daí foi só dar mais e mais voltinhas. rs*

Tudo bem, ficamos andando mais de cinco horas (!!) sem sentar, comer ou beber. Apenas uma paradinha rápida no Pipi House. Foi um feito e tanto. Mas compensou... Até fizemos amizades com uma dupla simpática de um hospital recém inaugurado (onde obviamente vamos levar nossos CV!), encontramos professores, alunos e muita gente com panfletos e informações muito interessantes.
Até os preços de livros estavam mega interessantes, pena que meu bolso não estava assim tão interessado... =/

Resumindo (já que to vendo que se deixar vou escrever as pampas) foi simplesmente incrível. Uma sexta-feira de deixar saudades. Até porque antes disso fomos até a Metodista descobrir o que é um hospital veterinário de verdade. (E sim, o Leandro me convenceu da importância da transferência...¬¬)

É maravilhoso quando fazemos o que gostamos, e ainda mais quando estamos em ótima companhia. Dá para esquecer da vida lá. Não sobrava espaço cerebral que quisesse pensar em nada que não fosse "meu mundo Med. Vet."
Amizades verdadeiras mudam muita coisa, em momentos simples.
E uma profissão que amamos dá mais sentido à vida. (E olha que nem me formei... É só o prazer de estudar... =P)

E é isso! Estou reservando a empolgação de sexta até hoje para poder escrever aqui, já que cheguei destruída e dormi muuuito.
Agora só ano que vem de novo. Mas ainda sobram outras emoções veterinárias para esse semestre.
E de resto o fds foi mega bom, como é bom descansar, passear e estar com pessoas que gostamos! Só o que não foi bom, foi o pouco tempo dedicado ao estudo. Tarefas acumuladas ON. Aiiihnn. =x
Mas apesar do pequeno contratempo de ter que trabalhar amanhã, até estou com pique para acordar cedo. E agora, que venha o feriado! *-*

***


"O que realmente faz valer a pena estar vivo, não há filmadora ou máquina fotográfica que registre. Surpresas, gargalhadas, lágrimas, enfim, o que eu sinto e quem eu sou, você só vai perceber quando olhar nos meus olhos, ou melhor, além deles..."
(Clarice Lispector)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pam.

Um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende.
*
Acontecem algumas coisas as vezes... E elas tiram nosso sossego!
Tá, eu confesso que já não era um dia de humores dos mais calmos. Mas tudo ia relativamente bem...
Muito compromissos somados a prestadoras de serviços (leia-se faculdade...) que oferecem serviços abaixo da expectativa, personalidades do cotidiano que só dificultam sua vida, o esmalte saindo precocemente da unha, e falta de tempo, fazem a cabeça de qualquer um girar. Nem minhas listas de afazeres estão mais dando conta de disciplinar minhas tarefas diárias. Já desisti. Não dá pra cumprir todas.
O jeito é ir correndo daqui e dali, realizando o maior número possível de compromissos, começando por aquela ordem esperta do "mais importante" e no fim do dia, ver no que deu. Ou no que não deu.

Enquanto isso desejos consumistas vão ficando pra trás. Au revoir!!
Eu realmente não precisava deles. Era só pra ajudar naquela sensação de satisfação. Como a de comer uma barra de chocolates na tpm.
Porém, pra me ver satisfeita agora, deixo os objetos populares de lado, e percebo que preciso organizar a R$ pra XI Jovet (além de conseguir estar em vários lugares ao mesmo tempo, pq tá cruel escolher apenas um módulo por horário...), dentre outras coisitas, mais ou menos prazerosas que quero e/ou preciso fazer, ate o final da semana, do mês e do semestre.

No mais é só aguardar a feira Pet de sexta, o delicioso feriado que se aproxima (delicioso mesmo com as várias tarefas acadêmicas *se acumulando* que tenho para realizar), e aguardar o Grand Finale, quando tudo estiver finalmente resolvido e girando nos eixos. (Utopia!)

E, saindo do plano material, só o que tenho a dizer é o que descobri nestes valorosos 21 aninhos de vida:
Não deixe para as horas vagas, o que te dá prazer. Se deseja algo, faça.
Encontre meios e disposição para realizar os desejos sinceros que tem, logo e sempre.

Se tivesse direito a três desejos, quais seriam?

Join it!


P.S. Já que é mentira, pq só três? Seria devido ao sempre querido Alladin ou história afins? Não.
É só que, algumas limitações nos ajudam a enxergar o que é realmente prioridade em nossas vidas. =)

domingo, 3 de outubro de 2010

Claro!

Minha mãe: Mas, filha, pq vc quer desbloquear seu celular?
Eu: Ah, pq assim posso colocar o chip da Oi ou da Tim. Pretendo, há meses, mudar de operadora. E começarei desbloqueando o celular.
Mãe: Mas pq vai sair da Claro?
Eu: Ahh, pq é tudo muito Claro! Ow, quer dizer... É tudo muito caro*.
Mãe: hahahahaha ha HA
Eu: ¬¬ hahaha

Oi! Seu tim tá vivo? Claro!

domingo, 26 de setembro de 2010

Time is money!!

Ontem fui há um casamento. E ele foi lindo! Sério. Não emocionalmente falando, mas estava tudo muito bem organizado, inclusive no incidente que ocorreu todos os funcionários do local foram muito eficientes e solícitos. A comida era divina, o loca bonito. A escolha dos noivos foi ótima.
Entretaaanto, dados os devidos créditos a agradável festança, temo dizer que o motivo do post não é falar bem de casamentos. Aliás, nem bem, nem mal. Só que comecei a pensar em algo ontem, enquanto saboreava bem-casados gostosinhos, e queria compartilhar.

Casamento é puro comércio. Business, man!
Veja bem. Enquanto os noivos estão lá apaixonados, tensos e suando, há uma equipe de pessoas, vestidas de preto, cuidando de tudo para que até o mais singelo sim, saia bem na foto, ficam em volta dos noivos e do padre, até impedindo os convidados de enxergar devidamente, para cuidar que cada padrinho vá para o lugar certo, e não perder nenhum momento de ternura do casal.
É como eu disse, isso não precisa ser bom nem ruim, a princípio. O fato é que a idéia toda é vendida para emocionar. As músicas no momento certo, vídeos, fotos... Tudo organizado para perpetuar a sensação mágica da celebração do casamento. E para garantir que os próximos também queiram celebrar.
Tanto que se vamos em um casório e sentimos falta de algum protocolo que conhecemos (no meu terá que ter aquele momento do "se alguém tem alguma coisa contra"...e com direito a figurante pago pra interromper. hahaha), estranhamos e já vamos logo comentando, com ares de fatalidade.
Mas se pararmos para pensar nas possíveis complicações futuras advindas desta importante escolha, de assinar papéis, a maioria ficaria bem menos inclinada a casar. Ou demoraria mais para querer. Mas impulsionados pela beleza do dia...

Quem nunca ouviu ou já não falou: "Ah, nem tanto pelo casamento, mas pelo dia. É tão bonito, um dia só seu. Toda aquela pompa e circunstância..."
É difícil não ver muitas pessoas se emocionando, e até mesmo os homens durões, em dias como esse. Choro, sentimentalidade, sensibilidade. É o foco. E os organizadores sabem obter resultados.
No fim todos se rendem a sensação de eterna felicidade, e chegam até acreditar que  restante da vida dos noivos será a mesma maravilha daquele dia, mesmo que até o dia anterior não tenha sido (é, acontece.). Mas fato é que o casamento é uma idéia vendida, e comprada, há séculos.
Já pequenos vemos tudo isso como um sinal positivo. Em últimos capítulos de novelas, filmes, desenhos...
E não digo o casamento apenas como ideal de felicidade, tipo juntar os trapos, digo casamento com direito a valsa dos noivos e tudo mais. São dois anos de economia e preocupação, tidos como imprecindíveis, para demonstrar e compartilhar o amor de duas pessoas.
Quando criança eu achava que o casal ia lá, um dia logo depois de decidir, pra assinar e dizer pra todo mundo que um amava o outro. E não pra cumprir várias tarefas e ficar com fome até a hora do fim da festa. E as próprias empresas organizadoras reforçam isso, fazendo tudo em horário e com tempo marcado. Se passar o tempo da festa e você não exibiu seu vídeo, já era. Se a igreja já esta decorada por uma noiva, mas outra que vem depois não pagou, entra sem flores!

É como eu disse, não é bem pra ser uma crítica. Afinal se for pra fazer uma festa, cada um sabe o que é bom pra si.

Mas não acho que a coisa toda deveria ser assim. Muitas vezes na vida perdemos a espontaneidade, e o foco das situações, devido a protocolos e idéias que repetimos sem pensar a respeito antes.
Fazemos por fazer, e não por ser importante.
E é isso que eu acho que invalida algumas coisas.

That's all, Folks! =)

sábado, 25 de setembro de 2010

De passagem.

Sexta feira, volta da facul. Mesmo horário, caminho, e tudo mais. Além de me atentar no vuco vuco, adolescente/jovem/fumante habitual na porta do Sta Cruz, foquei na quantidade de pessoas com suas bagagens e felicidades, se encaminhando para o que seriam suas viagens de fds.

Coisas corriqueiras as vezes tem o dom de causar sentimentos, pensamentos e influenciar ações, repentinamente. Estranhamente. Desconexamente.

E não sei se pela vontade constante de viajar, ou de que, mas naquela hora senti um vazio. Imenso.
Não apenas vontade, mas senti falta de algo.
E um algo que, fosse o que fosse, e não importando o quanto eu desejasse, eu certamente não poderia ter.
E essa foi uma das sensações mais inquietantes.

Então, no restante do reflexivo caminho, conclui que deveria começar a desejar apenas o que eu posso ter. E, não somente isso, mas também, saber querer no momento oportuno para tal.

Sim, ter controle sobre meus desejos tornaria tudo muito mais fácil, e sem graça.E, eu sei, ainda prefiro as emoções difíceis.
Mas estar inquieta e impotente, foi demais pra mim. Demais para uma noite.

Ainda bem que já cheguei no aconchego do lar. E em um, tecnicamente, final de semana. Que apesar das provas iminentes, ainda é atraente e promissor! =)
Já posso me desligar.

B'noite.

*
Can we pretend that airplanes in the night sky are like shooting stars?
I could really use a wish right now, a wish right now, a wish right now
(Airplanes - B.o.B)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sacumé? Não ter a faca e o queijo na mão...

Hoje, eu não me importaria em não ter um nome. Este seria, então, o menor, e mais sublime dos meus problemas.
Não me importaria em passar despercebida pelas pessoas medíocres (e por outras, acima ou abaixo deste conceito), e por opiniões baseadas em nada³.
Precisamente agora, eu não me importaria em não me importar com nada.
Mas me importo, claro.
Ou talvez não esteja me importando não. Pelo menos não com a maioria das coisas.
Mas aquela, a tal "apenas aquela", com a qual perco tempo de me importar, faz com que eu me importe com uma porção de outras coisas, desnecessárias.
Desnecessárias como quase tudo na vida, que não parte de você mesmo.
*

Chão de Giz (Zé Ramalho) 
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...

No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4998923
Ou talvez, seja suficiente apenas passar uma tarde em Itapuã.

É bom,
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
(Tarde em Itapuã, Vinícius de Moraes)


~~*~~*~~*~~*
E no day after day...

De pseudo-machinho a fêmea retendo líquidos, em segundos.
Prestes a socar alguém (qualquer um).
E sim! Mulheres choram sem motivo. Pombas!
Aliás, os motivos existem, mas são tantos, tão distorcidos e incontestáveis, que é melhor para todos acreditar que eles não existam.
Melhor assim.

P.S. Consegui me superar no quesito confusão de idéias. E estou quase me superando no horário de dormir. Ou, horário de ficar acordada desnecessariamente em plena terça-feira (tecnicamente, quarta de madrugada).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Uma definição.

É que tenho me incomodado ultimamente (como se não houvesse nada mais para eu pensar...) com o fato de atribuirmos ao coração, as coisas da mente.
Tudo culpa do pobre do coração, sentimentos no coração, a saudade dói no coração, meu coração bate por ti... Aloow.
Não, meu coração bate apenas, e tão somente, por questões fisiológicas. É um músculo (estriado cardíaco *só pra treinar...*) que serve para bombear sangue. E não bombear amor, depressão, alegria ou qualquer outro sentimento...

Ok, eu também uso coração como sinônimo para cérebro, no que se refere aos sentimentos e mimimi's da vida cotidiana, e provavelmente continuarei usando, como todo mundo.. Canções, poemas, textos etc, etc... Até por que ficaria bem estranho dizer " Você mora aqui óóó - - - > no meu cérebro (*)" ¬¬
Mas apreciaria muito saber pelo menos o motivo que nos leva a falar e pensar assim. Mania chata.

Devem ter inventado isso pra justificar as baboseiras que fazemos quando estamos apaixonados. Claro que existe um ímpeto, e que é facilmente explicado por reações químicas e hormônios. Mas se está tudo concentrado no cérebro (embora queiramos disfarçar) porque nós não raciocinamos? Pombas!!
Agimos como idiotas e descartamos toda a educação, bagagem intelectual e capacidade de raciocínio lógico que adquirimos ao longo da vida. Com exceção das cartas de amor, que se não fossem idiotas, não seriam de amor (já dizia alguém), poderiamos conduzir nossas vidas de formas diferentes, creio.

Ai eu penso, o problema sou eu?

(Quadrinho tirado do psicologiadospsicologos.blogspot.com)

É romancezinho pra todo lado. Na tv, no computador, nas músicas, nas histórias.
Td bem, se observarmos friamente, nossa vida está bastante associada a romances, que sejam platônicos, mas ainda sim romances e afins. Sempre nos relacionamos com amor/ódio, seja com pessoas ou coisas. Mas o lado prático e realista da coisa já é tão complicado, pelo menos relações humanas me parecem um pouco complexas, ou talvez isso se deva ao fato de eu ser um tanto anti-social (e agora, essa m**** tem hifen ou não? :@), que não vejo necessidade de ficarmos fantasiando e inventando mais milhões de pormenores para atrapalhar ainda mais a situação.

Por essas e outras que digo que queria morar num seriado. Sarcasmo não mata ninguém, e a maioria sempre entende. As pessoas podem ser objetivas, sinceras, práticas e insensíveis que ninguém liga. Sem melindres gerais, ou medo de perder o emprego, quando resolve aplicar essas práticas com seu chefe.
Obs: Em um seriado digno!


- Na minha idade você tinha planos? (Jake)
- Sim! Grandes planos!! =) (Alan)
- E o que aconteceu com eles?? o/ (Jake)
- Vai, dirige. ¬¬ (Alan)
**
(... Depois de uns sopapos.)
- Ei, nós poderiamos combinar uma palavra de segurança. Tipo, pão de centeio.(Alan)
- Ah, tá. Tudo bem.(Charlie)
(...)
(Porta do quarto aberta abruptamente na madrugada...) (Charlie)
- Pããão de CenteeiO!!! \o/ (Alan)
- Ahnn. Você tem que ir ao aniversário dela. (Charlie)
- Por que?? (Alan)
- Pra ela saber que eu estou bem. (Charlie)
- Ahh, bem, tipo, que não anda pela casa de madrugada, com um copo na mão?! (Alan)
- Com os dentes quebrados você não poderá falar pão de centeio -.- (Charlie)
- Ah, ok. Irei na festa. (Vira e dorme) (Alan)
- (Sorri e vai embora) (Charlie)

Maaaaaaaann ~*

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Por algum motivo

Acordar de madrugada, ir até a cozinha e comer uma caixa de morangos com leite condensado é simplesmente delicioso.

Experimente você também. Disponível nas melhores geladeiras.

domingo, 29 de agosto de 2010

Bubbly (Colbie Caillat)

Will you count me in?

I've been awake for a while now
You've got me feeling like a child now
'Cause every time I see your bubbly face
I get the tingles in a silly place

It starts in my toes
And I crinkle my nose
Wherever it goes I always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go

The rain is falling on my window pane
But we are hiding in a safer place
Under covers staying safe and warm
You give me feelings that I adore

It start in my toes
Make me crinkle my nose
Wherever it goes
I always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go

What am I gonna say,
When you make me feel this way?
I just ... hum ...

And it starts in my toes
Makes me crinkle my nose
Wherever it goes
I always know
That you make me smile
Please stay for a while now
Just take your time
Wherever you go

I've been asleep for a while now
You tucked me in just like a child now
'Cause every time you hold me in your arms
I'm comfortable enough to feel your warmth

It starts in my soul
And I lose all control
When you kiss my nose
The feeling shows

'Cause you make me smile
Baby just take your time now

Holding me tight...

Wherever, wherever, wherever you go
Wherever, wherever, wherever you go
Wherever you go, always know

'Cause you make me smile
Even just for a while...

*~~

Bom. Sem maiores considerações a fazer hoje. =D
Peguei a letra do http://www.letras.terra.com.br/ pq obviamente não ia digitar tudo isso. rs.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Algumas pessoas...

Algumas pessoas me dão náuseas.
E isso é especialmente acentuado nas primeiras horas da manhã. ¬¬

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Noite de domingo. Manhã de Segunda.

Ta aí. Ô Maniazinha cretina essa minha de pensar várias coisas ao mesmo tempo.
As vezes me disponho a escrever aqui motivada por um fato, um assunto, um algo qualquer. Mas, assim como meus pensamentos, a coisa toda desanda e saem informações e conclusões misturadas e irrelevantes para o assunto inicialmente proposto. E agora nem ao menos tenho um assunto em foco. Isso tudo aqui é apenas resultado da hiperatividade dos meus dedos, certeza.

Daí que eu não proponho mais nada. Vamos deixar assim. Eu vou digitando, alguém vai lendo. De alguma forma a coisa toda vai fazer algum sentido.

Eu poderia ter um diário. Já tentei até. Com aquela coisa toda de colar papeizinhos, e descrever sentimentos e acontecimentos. Nunca fluiu. Essa coisa toda dos diários, era por algum motivo (não compreendido até hoje) desinteressante pra mim. Só tentei mesmo por pressão social... rs* Chegar todo dia e ficar contando minha vida para um diário... E depois ter aquele medo de quem alguém leia, só servia para ler anos depois e pensar, como já fui (mais) inocente! E que letra feia... Nunca fui uma garota de diários.

Era uma garota de papeizinhos. Bilhetinhos. Notas e post its. E mesmo esses nunca eram guardados por muito tempo. Mas por aquela coisa de ter que escrever e materializar os pensamentos, e ver então algum sentido neles, que já me peguei escrevendo a esmo, infinitas vezes. E faço isso até hoje. Sou, atualmente, uma mulher de papeizinhos.

Gosto de escrever, e me expressar. Acho importante, e acho tb que todos deviam tentar. De qualquer forma que seja. Às vezes rio sem parar (e aparentemente sem motivo, o que, casualmente, gera desespero nas pessoas. rs*), danço, estalo os dedos, pisco, pulo, canto, escrevo ou falo, falo e falo... Sutilezas da vida. Coisas que não tem preço, nem regras.

Tenho muita certeza de que sentimentos precisam ser expressados, e vividos, claro. Diário é feito para as lembranças, mas estas precisam ser guardadas no coração. Elas só tem sentido aqui dentro.

Pra mim a vida é assim. Tem que ter sutilezas e uma coisa qualquer de indefinição. Um sabor de novidade, um gosto de aventura, em meio aos compromissos e obrigações.
A rotina, no fim das contas, é boa. Ela permite que exista a ansiedade, o frio na barriga, a emoção de esperar pelos momentos bons. Não sei quem inventou, mas é verdade o que dizem sobre a felicidade só gerar felicidade pq conhecemos o seu oposto. Sem o ruim, o bom não seria tão bom, seria o comum. Sem as lágrimas, o sorriso não traria arco-íris à alma.

***   ***

~ Porque eu sou do tamanho do que vejo. E não do tamanho da minha altura. ~
(Fernando Pessoa)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Paciência. (Lenine)

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara

Tão rara...*~

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Borboletas.

Definitivamente existe algo que me incomoda deveras. Não, não são as borboletas. Mas sim o fato de a tal sensação de "borboletas na barriga", em mim, as vezes parecer mais como a sensação de gaviões, tucanos ou, quem sabe, até urubus na barriga.

Isso quando eles se limitam a barriga, por vezes querem desbravar partes ainda desconhecidas e bem importantes do corpo, tais como, coração e cérebro. Inventam de causar as mais indevidas reações fisicas e psicologicas, nos períodos mais inoportunos.

Considero insensatez ser incoerente, e extremamente desagradável descobrir-se pensando, falando e agindo de formas completamente opostas. Gostaria (ou não) de ser coerente sempre, mas não sou. É, talvez ninguém seja.
Só que o mais decepcionante de me perceber assim em algum momento, ou com relação a algo, é notar que não dá pra controlar tudo. E realmente não dá pra evitar certas coisas, certas vezes, por mais que haja certa intenção.

Isso é bom, e ruim.
Me faz ser feliz e infeliz.
Me faz estar alegre e triste.
Me faz amar e odiar.
Me faz desejar e repudiar.

Isso é estar vulnerável. (parte ruim)
Isso torna a vida imprevisível. (parte boa)

Surpresas nos fazem sentir vivos e interessados. Despertam a sensação de que tudo realmente vale a pena. E, contraditoriamente, conferem mais sentido as coisas.
Começo a acreditar que seja justamente essa a graça da vida. Mas isso não me impede de me incomodar com a vulnerabilidade. Principalmente quando ela é minha.

~*

¹Penso, logo não durmo.
²Sinto, logo não penso.
³Durmo tarde, logo amanhã terei sérios problemas.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Aniversário.

Bom, meu aniversário. Recebi muitos sorrisos, abraços, felicitações, chocolates, roupas, flores, sabonetes, sms, scraps, ligações e promessas de presentes que ainda serão entregues (heey, cerejeira!).
Senti aquela sensação de um novo ciclo (semelhante aquela do reveillon). Nova idade, novo número, novas responsabilidades, anseios, células, hemácias, glândulas, regenerações e degenerações típicas do organismo.

Refletindo sobre esta data tão especial, rs, conclui que não haveria nada mais pertinente para mencionar do que o signo. E o que é isso todo mundo sabe. Quer dizer, sabemos de forma geral, ou pelo menos a parte que dá para entender.
Alguém, em algum momento da existência inventou identificou 12 tipos de signos, e de acordo com a posição de astros e sei lá mais o que no céu, no momento do nascimento de alguém, pode-se supor suas principais características,  qualidades, defeitos, preferências e por aí vai. E o mais incrível é que em grande parte das vezes podemos observar coincidentes semelhanças em pessoas de nascimento sob a regência do mesmo signo. Daí em diante muitas outras coisas foram inventadas descobertas, tais como horóscopos e bla bla bla Whiskas Sachê.
Como nenhum desses ramos mais "astrais" da coisa parece ter comprovação científica, e eu não confio nada nesses tipos de previsões, podemos pular a parte menos interessante, e ir pra única que faz algum sentido, a personalidade de cada signo. Aliás, a personalidade do meu signo, no caso. Afinal, quem está aniversariando sou eu, o blog é meu, e descrições do meu signo são muito mais interessantes que as demais. *E descrevem traços fortes de egocentrismo, o que justifica as palavras egoístas da última frase.  =)

Enfim, vou postar aqui agora um texto gigante (sim, reclamações e preguiças expressadas via telefone e msn não foram suficientes para me fazer desistir de textos longos, que ng termina de ler ou comenta depois de ter lido algumas poucas linhas. rs.) que encontrei em um dos milhares de sites (grande parte das informações foram tiradas do portalsaofrancisco.com.br), que falam sobre o assunto. De maneira geral todos falam as mesmas coisa, apenas com palavras ou floreios diferentes e maior ou menor concisão.
Por incrível que pareça, como eu já disse, a maioria destas descrições combina com minha personalidade, e até os defeitos eu deixei, pra pararem com essa mania de dizer que leonino não é humilde! huahauhahau

Agora você, que está corajosamente lendo este texto até agora, pode escolher:
- Continue lendo e me conheça melhor (sorriso de vendedora);
- Não se interesse e ignore minha existência e vá para o blog de outra pessoa (sorrisinho amarelo);
- Passe horas e mais horas agradáveis em minha companhia, e me conheça de verdade. Melhor até do que o João Bidu! (sorriso de amizade).

A Personalidade do Leonino


Símbolo da Soberania.
"Eu busco a mim mesmo através do que gero"

2º Decanato (03/08 a 12/08)
Destaca-se pela autoconfiança e ambição; eleva-se por suas próprias forças e méritos.

Gênero: masculino.

Pedras: rubi, diamante e brilhante.

Estado mental: excesso de entusiasmo.

Domínios anatômicos: coração, circulação sangüínea e costas

Saúde: possui grande resistência às doenças físicas e mentais e elevado poder de recuperação. O coração é o órgão mais vulnerável a qualquer desequilíbrio.

Principal característica: generosidade.

Personalidade: liderança, oriunda de sua impressionante personalidade, coragem e ambição garantem ao leonino muito sucesso, pois, está mais atento aos seus méritos de que aos seus limites. Graças à influência do sol, é transparente em seus pensamentos sendo avesso aos subterfúgios.

Virtudes: autoconfiança e caráter progressista, vivacidade, sinceridade, proteção.

Defeitos: vaidade; extravagância; exibicionismo; egoísmo; autoritarismo.

Atividades: é companheiro no trabalho, porém, prefere comandar do que obedecer. Possui dom de oratória além de poder ser médico, atleta, artista ou militar.Você sempre se sairá melhor como líder que como subordinada. Este posicionamento lhe confere uma tendência a agir na surdina a maior parte do tempo. Você gosta de investigar, pesquisar e elucidar as coisas

O Beijo do Leonino
Os beijos são uma arma poderosa na hora de seduzir. Através deles, é possível expressar vários sentimentos.Quer que todos os seus beijos sejam mesmos inesquecíveis,por isso não mede esforços para que sejam perfeitos. Tem muita força e desejo na hora de beijar o seu companheiro(a). O leonino costuma ser intenso em tudo o que faz. Para ele, nada é morno, não existe meio-termo. No sexo, então, extrapola, vai fundo e se atira de cabeça, sem hesitar.

A Mulher Leonina
Mais provavelmente, ela será a líder social de seu grupo, governando as mulheres menos importantes como uma rainha, mas sempre com um sorriso tão caloroso e tão lindo nos lábios, que ninguém realmente se importará. Talvez as outras moças sintam que ela nasceu para dominar e ditar a moda, os costumes e as maneiras. De qualquer modo, não seria muito indicado tentar usurpar sua autoridade. Vale a pena lembrar que a mulher do signo de Leão é capaz de fazer uma tempestade e parecer tão meiga e inofensiva quanto um pote de geléia.
O primeiro passo a dar quando se corteja uma dessas moças é estar preparado com presentes. Não importa muito do que se trate, desde que sejam caros (ow, eu tb gosto dos baratos mas com alto valor emocional! hunf.), de bom gosto e que você esteja bem vestido quando os oferecer. Depois deve praticar vários modos diferentes de elogiá-la. Por favor seja original e criativo.
Tanto os termos vulgares quanto a gíria deixam-na fria como gelo. Muitas moças de Leão são atletas e gostam de esportes, mas você faria melhor levando sua leoa ao teatro do que ao estádio.
O palco e as luzes da ribalta jamais deixaram de atraí-la e transfigurá-la. Deixe-a ter sua carreira. Ela murchará no pé se for obrigada a ser apenas uma dona-de-casa.
São poucas as leoas que gostam de tratar de seus próprios cabelos. Elas preferem os cabeleireiros. Um xampu e um penteado fazem com que se sintam mimadas e sentir-se mimado é algo que representa muito para todo Leão. Os leões facilmente passam dos limites quando se trata de comprar roupas, enfeites para casa ou presentes para os amigos. Ela também será uma anfitriã soberba.
Ela não gosta de familiaridades com estranhos. Embora possa ser brincalhona e surpreendentemente informal com os íntimos, espera que os estranhos se mantenham em seus lugares. Não deixe que ela o supere - mas não procure refreá-la. A mulher do signo de Leão não poderá amá-lo se você não for forte.

A Criança Leonina
O pequeno leonino precisa aprender a equilibrar o amor por si próprio e o que é oferecido aos outros. Em geral tem auto-estima positiva; infelizmente, se for exagerada, pode tornar-se egoísta e arrogante.
Os leoninos são líderes naturais e apreciam ser admirados; para desempenharem melhor seu papel devem incorporar à sua personalidade um pouco de humildade.
Se não receber uma atenção amorosa na infância, pode tornar-se exibicionista irrefreável. É melhor estimulá-lo a participar de peças de teatro, ou qualquer outra forma produtiva de representação. Ele é muito dramático e tem talento.
As crianças de Leão sentem que tudo o que fazem é um reflexo delas mesmas; por essa razão se esforçam mais que a maioria das pessoas para fazer o melhor possível, sempre em busca da perfeição. Elas esperam que os outros façam o mesmo e se espantam quando alguém se sente feliz com menos. Por essa razão, têm dificuldade para delegar autoridade... Seu lema é: Se quiser alguma coisa bem-feita, faça você mesmo!Leão deve aprender que cada pessoa vê a perfeição de forma diferente.

O que irrita um Leonino (Hm, se algum desafeto meu vê isso... aiai)
Tente ensina-los alguma coisa da qual eles não entendam, e dê uma gozada no final, como se fossem completos ignorantes.
Ignore-os.
Esqueça o nome deles e pergunte "Qual é mesmo o seu nome?".
Em público, não os apresente às pessoas importantes.
Deboche do seu gosto, da sua elegância, da sua aparência.
Quando estiverem dramatizando uma situação, ria quando o caso for triste, e faça caretas quando contarem uma piada.
Quando ele (a) perguntar após a transa: "Foi bom para você? "responda "...mais ou menos".
Não preste atenção em nenhuma de suas histórias e depois diga "Desculpe, nem ouvi o que você estava falando".
Tire-os de cena, dizendo- "Depois você fala, tá? "

Leão e o Amor
Ardentes, fieis, apaixonados! Que maravilha! Mas, sendo muito sensíveis, se magoam facilmente, e não perdoam com facilidade. Esperam sempre muito do outro, que deverá constantemente elogiar suas qualidades, especialmente o seu desempenho, e escovar o seu frágil ego.
Leoninos são extremamente românticos e fazem questão de demonstrar isso, seja com presentes, gestos ou surpresas. Além disso, é fiel e defende com unhas e dentes o ser amado e, apesar de receber e gostar da atenção do sexo oposto, é leal e constante.


A inteligência em Leão
A vida, em Leão, funciona como uma peça teatral, um espetáculo, onde nada está fora das luzes e do foco. O ato de despejar a luz em algo - seja em uma pessoa, uma situação ou um lugar - e torná-lo brilhante, é uma capacidade da inteligência leonina. Nada para eles deve ser opaco, murcho e sem vida, mas enaltecido e especial.Os leoninos têm a capacidade de dar mais vida à vida, através do próprio entusiasmo que possuem e do dom de materializar em gestos o que há de mais criativo no mundo. São capazes de despejar elogios sobre alguém ou alguma coisa, deixando todos convencidos de que aquilo realmente é espetacular. A inteligência de Leão sabe valorizar e extrair o máximo de exuberância da vida.
Saber selecionar intuitivamente as pessoas, situações e circunstâncias que lhe favorecem e garantem um bom espaço para a individualidade é outro trunfo dos que têm o Sol em Leão. Tudo o que diminui, abafa e escurece o EU será inteligentemente excluído pela percepção dos leoninos. Eles procuram, intuitivamente, as pessoas e os lugares que o façam sentir-se bem consigo mesmo e rechaçam aquilo que ameaça sua auto-estima.
Leão tem a consciência de merecer o que há de melhor na vida, como se fosse um filho bem vindo deste mundo, podendo dirigir-se para o que há de bom dentro dele. Eles percebem sua vivência através da fartura, da beleza e da satisfação.
Apta a imprimir calor e amor a tudo que foca, a consciência leonina mantém o coração constantemente aquecido. Estas pessoas nos ensinam que sem o calor do coração pelas pessoas e atividades que compõem a existência, a vida corre, mas não pulsa. É isto que dá a eles um certo brilho especial e uma exuberância: o pulsar e a alegria de se estar vivo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Hoje.

Hey, última noite de férias. É, foi muito bom enquanto durou.
Viajei, enfrentei chuva, mas tava com uma amiga e, tudo bem, foi divertido! rs. Fiquei em casa, dormi muito, assisti tv, vi meus avós, brinquei com minhas bb's, comi muito sucrilhos, fiquei mto tempo na internet depois de meses, li várias coisas, de úteis até as inúteis. Finalmente comecei a postar mais coisas nesse blog. Saí, fui a exposições, parques, lanchonetes, palestras e por aí vai. Conheci pessoas, dei risada, matei a saudade. E fiz o que mais estava precisando nos ultimos tempos, descansei. =]

Não tinha horários, compromissos, stress, coisas para resolver. Nada. E como o nada é entediante, e como é delicioso ficar a toa! Me propus a difícil tarefa de esquecer meus planos e preocupações, para descansar. Me obriguei até mesmo a não me preocupar com os planejamentos de férias que porventura não se concretizassem. Enfim, se a finalidade das férias é a tranquilidade não faria sentido eu, embora extremamente pragmática, metódica e ansiosa, perder esse momento de paz por qualquer coisa que seja. E deu certo por um bom tempo!

Passei quase 30 dias sem pensar em quase nada. No começo do mês relutei em me desligar de algumas coisas, mas como percebi que pensar e repensar certas situações não resolveriam meu problema, pude enfim me ausentar para as férias.No decorrer de duas semanas fiz o que citei no início do texto, e que me fizeram muito bem. Já no final do período foi difícil refrear a avalanche de coisas que vinham a minha mente. A volta ao trabalho, o início das aulas, os planos que tenho e ja estou colocando em prática, e principalmente os planos para os quais ainda não sei que rumo dar.
Sempre com sentimentos, vontades e dúvidas nesta cabecinha de vento. rs.

Agora é hora de arregaçar as mangas e seguir em frente. Encontrar soluções, obter resultados, enfrentar situações, pessoas etc. Encarar toda aquela magia envolvente e trágica da rotina, mas ela me faz bem, afinal 30 dias de férias dá uma sensação horrível de improdutividade. No fim do mês já estava melancólica, diria até que estava nostálgica!
No fim das contas estou ansiosa. Eu sei, não é novidade, estou sempre ansiosa. É muito complicado ter que esperar pelo futuro. Ter que encarar as mudanças, fazer escolhas, perder aqui para ganhar ali, e simplesmente esperar a hora das coisas, o momento certo. Uffs.
Mas tudo bem *respira fundo*, esperarei. Talvez não pacientemente, mas esperarei... Eei, tudo a seu tempo! Já entendi. huahuaha.

Hora de parar de escrever. Hora do chocolate quente ~*

sábado, 31 de julho de 2010

"Essas coisinhas douradas que fazem sonhar os ociosos."

Ha pouco estava lá fora caçando estrelas. Mas estavam difíceis de encontrar.Tímidas ou arredias, não saberia dizer...
Talvez seja culpa do céu. Ou só do pedaço do céu acima de mim. Em outros lugares da cidade pode ser que elas estejam brilhando e orgulhosas de si.
Um dos meus maiores desejos noturnos é poder sair para algum lugar, seguro e tranquilo, em que eu pudesse me colocar apenas a admirá-las. Aqui elas estão sumidas, e lá, bem, não sei em qual lá elas estão a se exibir. E se soubesse, ainda há o requisito seguro e tranquilo a ser preenchido.
Em cenas de filmes esse lugar sempre existe, e é acessível. As vezes praia, as vezes campo. A praia está longe, e grama, só em terrenos baldios, e não indicados.
Talvez eu possa usar um vaso de plantas aqui de casa, ou quem sabe um dia eu cultive um jardim.
Tem quem diga: "Não corra atrás das borboletas, cultive seu jardim que elas virão até você." Talvez com as estrelas, se proceda da mesma forma.
Um dia eu encontro esse lugar.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

"Quem não se dedica se complica"

Estou verdadeiramente tentando deixar a preguiça de lado para escrever sobre minha ida a Oca (Na exposição de corpos humanos), mas ainda não consegui. =/

E até queria/poderia escrever sobre coisas que pululam minha mente neste momento. Mas acredito que seja bem melhor não escrever nada.
Hoje estou, incansavelmente, lendo letras do teatro mágico, cheia de analogias e um tanto afoita (por falta de palavra melhor, mas talvez seja isso mesmo), e quando isso acontece, não escrevo bem. Bom, só escrevo quando estou assim, na verdade. Daí a certeza que se eu trabalhasse com escrita, dependeria de algo duvidoso para ganhar dinheiro. O meu humor. E isso não seria bom. E eu nunca gosto mto do que eu escrevo mesmo, exceto meus 2 (orgulho) trabalhos de filosofia, que são raras exceções. Ops. Eu sei, to confusa e desconexa (e redundante, Ráá!)... Por isso não gosto dos textos advindos dos momentos de humores indefinidos.

Bem, mas não foi pra falar sobre meu humor que comecei a escrever. Tava preguiçosamente pela internet, com a genuína intenção de pesquisar sobre umas matérias da facul, mas acabei em conversas diversas (ok, eu já sabia que ficaria no msn tb), blogs de pseudo-filósofos/poetas, e descobrindo um mundo novo denominado Twitter, e me deparei com um texto do Arnaldo Jabor.
Sei lá, vi verdades nas linhas, humor nas entrelinhas, e esperava que houvesse exageros, e, exceto pela facilidade da tal mulher sair com qualquer um e a todo momento, não houveram. Mas fato é que achei útil. Resolvi coloca-lo aqui, para evitar de escrever besteira, o que não evitou, já que o que era pra ser um "leiam o texto, achei útil!" se transformou em uma introdução com trezentas linhas de inutilidades. Mas ta aí, espero que alguém goste.
~ ~ ~
EVITE SER TRAÍDO - Arnaldo Jabor

Às amigas e amigos modernos: não deixem de ler.
Para as mulheres, uma verdade! Para os homens, a realidade!

Você, homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada etc...
Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais - "corneado". Saiba de uma coisa... Esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais, evitar que isso aconteça - ou então - assumir seu "chifre" em alto e bom som.
Você deve estar perguntando por que eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma "mulher moderna"?

A principio, seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes, mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que esteja errada e de correr pros seus braços... É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda...
Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...

Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior.
VOCÊ SERÁ (OU É?) "traído", ao menos que:

- Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje elas choram, mas depois disso simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes "adivinhatórios". Ela tem de saber da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de "chifrudo". As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto, elas são categoricamente "cheias de amor pra dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua meu amigo... Bem...

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex, bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As "mulheres modernas" têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 30 aos 38 anos, elas pensam - e querem - fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas é a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões maus (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

- Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma a deixe desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você... Só que o prato principal, bem... Dessa vez é a SUA mulher.

- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora? Bem... De repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você reparar... Já foi.

- Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - "dar uma", para depois, virar de lado e simplesmente dormir.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas... Senão... Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência".
Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem, antes de dar alguma dessas "mancadas"... Proteja-a, ame-a, e principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele "bonitão" que vive enchendo-a de olhares... E vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!

"Quem não se dedica se complica."