terça-feira, 7 de setembro de 2010

Uma definição.

É que tenho me incomodado ultimamente (como se não houvesse nada mais para eu pensar...) com o fato de atribuirmos ao coração, as coisas da mente.
Tudo culpa do pobre do coração, sentimentos no coração, a saudade dói no coração, meu coração bate por ti... Aloow.
Não, meu coração bate apenas, e tão somente, por questões fisiológicas. É um músculo (estriado cardíaco *só pra treinar...*) que serve para bombear sangue. E não bombear amor, depressão, alegria ou qualquer outro sentimento...

Ok, eu também uso coração como sinônimo para cérebro, no que se refere aos sentimentos e mimimi's da vida cotidiana, e provavelmente continuarei usando, como todo mundo.. Canções, poemas, textos etc, etc... Até por que ficaria bem estranho dizer " Você mora aqui óóó - - - > no meu cérebro (*)" ¬¬
Mas apreciaria muito saber pelo menos o motivo que nos leva a falar e pensar assim. Mania chata.

Devem ter inventado isso pra justificar as baboseiras que fazemos quando estamos apaixonados. Claro que existe um ímpeto, e que é facilmente explicado por reações químicas e hormônios. Mas se está tudo concentrado no cérebro (embora queiramos disfarçar) porque nós não raciocinamos? Pombas!!
Agimos como idiotas e descartamos toda a educação, bagagem intelectual e capacidade de raciocínio lógico que adquirimos ao longo da vida. Com exceção das cartas de amor, que se não fossem idiotas, não seriam de amor (já dizia alguém), poderiamos conduzir nossas vidas de formas diferentes, creio.

Ai eu penso, o problema sou eu?

(Quadrinho tirado do psicologiadospsicologos.blogspot.com)

É romancezinho pra todo lado. Na tv, no computador, nas músicas, nas histórias.
Td bem, se observarmos friamente, nossa vida está bastante associada a romances, que sejam platônicos, mas ainda sim romances e afins. Sempre nos relacionamos com amor/ódio, seja com pessoas ou coisas. Mas o lado prático e realista da coisa já é tão complicado, pelo menos relações humanas me parecem um pouco complexas, ou talvez isso se deva ao fato de eu ser um tanto anti-social (e agora, essa m**** tem hifen ou não? :@), que não vejo necessidade de ficarmos fantasiando e inventando mais milhões de pormenores para atrapalhar ainda mais a situação.

Por essas e outras que digo que queria morar num seriado. Sarcasmo não mata ninguém, e a maioria sempre entende. As pessoas podem ser objetivas, sinceras, práticas e insensíveis que ninguém liga. Sem melindres gerais, ou medo de perder o emprego, quando resolve aplicar essas práticas com seu chefe.
Obs: Em um seriado digno!


- Na minha idade você tinha planos? (Jake)
- Sim! Grandes planos!! =) (Alan)
- E o que aconteceu com eles?? o/ (Jake)
- Vai, dirige. ¬¬ (Alan)
**
(... Depois de uns sopapos.)
- Ei, nós poderiamos combinar uma palavra de segurança. Tipo, pão de centeio.(Alan)
- Ah, tá. Tudo bem.(Charlie)
(...)
(Porta do quarto aberta abruptamente na madrugada...) (Charlie)
- Pããão de CenteeiO!!! \o/ (Alan)
- Ahnn. Você tem que ir ao aniversário dela. (Charlie)
- Por que?? (Alan)
- Pra ela saber que eu estou bem. (Charlie)
- Ahh, bem, tipo, que não anda pela casa de madrugada, com um copo na mão?! (Alan)
- Com os dentes quebrados você não poderá falar pão de centeio -.- (Charlie)
- Ah, ok. Irei na festa. (Vira e dorme) (Alan)
- (Sorri e vai embora) (Charlie)

Maaaaaaaann ~*

Um comentário:

Thata disse...

Copiei sim e não nego!
Depois entra lá.
www.mundo-de-thata.blogspot.com
Acho que você me inspira numas boas ideias.

Beijooo muchacha!