quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Sacumé? Não ter a faca e o queijo na mão...

Hoje, eu não me importaria em não ter um nome. Este seria, então, o menor, e mais sublime dos meus problemas.
Não me importaria em passar despercebida pelas pessoas medíocres (e por outras, acima ou abaixo deste conceito), e por opiniões baseadas em nada³.
Precisamente agora, eu não me importaria em não me importar com nada.
Mas me importo, claro.
Ou talvez não esteja me importando não. Pelo menos não com a maioria das coisas.
Mas aquela, a tal "apenas aquela", com a qual perco tempo de me importar, faz com que eu me importe com uma porção de outras coisas, desnecessárias.
Desnecessárias como quase tudo na vida, que não parte de você mesmo.
*

Chão de Giz (Zé Ramalho) 
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...

No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=4998923
Ou talvez, seja suficiente apenas passar uma tarde em Itapuã.

É bom,
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
(Tarde em Itapuã, Vinícius de Moraes)


~~*~~*~~*~~*
E no day after day...

De pseudo-machinho a fêmea retendo líquidos, em segundos.
Prestes a socar alguém (qualquer um).
E sim! Mulheres choram sem motivo. Pombas!
Aliás, os motivos existem, mas são tantos, tão distorcidos e incontestáveis, que é melhor para todos acreditar que eles não existam.
Melhor assim.

P.S. Consegui me superar no quesito confusão de idéias. E estou quase me superando no horário de dormir. Ou, horário de ficar acordada desnecessariamente em plena terça-feira (tecnicamente, quarta de madrugada).

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