sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ano novo?

Tempo, tempo, não tenho tempo.
Atrasado ou adiantado... Só sei o que está marcado.

O tempo como medimos é invenção, artifício humano, pura ilusão.
Sem eletricidade provavelmente acompanharíamos o ritmo das galinhas, regulados por puro capricho da melatonina...

Estar sempre atarefado, agitado, regulado... Nem sempre é proveitoso.
A ocupação acalenta o ego, seu fruto é, muita vezes, um engodo.

Perder o tempo ou o ganhar, parece justo assim classificar.
Porém enquanto altercamos a vida está aí, o mais razoável, para mim, é apenas usar.

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